Pode ser bom, pode ser… diferente!

Hoje é aniversário da minha tia/irmã Sílvia e acordei me lembrando desse texto.

Estou contando os dias para tê-la ao meu lado conhecendo João e nos encantando com sua presença.

No passo dos meninos

silvia farol

Hoje, 21 de março, se comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down e esse post é dedicado com muito amor às mães que vivem a enorme aventura de ter um filho diferente, seja ele portador da síndrome ou de qualquer outra característica.

Vivemos numa época em que a maternidade é sacralizada, perfeita e inundada apenas de amor. Onde as angústias maternas, os medos, as negações e as inseguranças são guardadas à sete chaves. Onde nas rodas de conversa, sejam elas reais ou virtuais, todas as crianças são perfeitas, boazinhas, dormem a noite toda, comem de tudo, não fazem birra e não desobedecem e, quando uma de nós corajosamente assume que com seu filho não é bem assim, é vista como incompetente, incapaz e sem domínio sobre a própria prole.

O fato é que, toda maternidade, seja ela de crianças “normais” ou com alguma característica física ou mental diferente, é…

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